Quem me conhece, ou os parcos leitores que por aqui vão passando, sabem por postagens natalícias de anos anteriores como abomino o Natal comercial, os "HO-HO-HO" de Pais Natal histriónicos, o Natal idiota de SMS e animaçõezinha de telelé, só porque fica bem e guardamos lugar no paraíso, o Natal do desperdício, do Centro Comercial, do clima externo e artificial. O Natal é algo que é de dentro, que se aquece de dentro para fora, que perpassa como nuvem invisível para os outros. Assim o meu Natal só tem sentido com Ele - o menino e a sua simbologia, a Família e as Crianças.
Assim por elas , AS CRIANÇAS, ( a que uns bandidos tecnocratas querem impedir de sonhar, crescer devagar enquanto o mundo espera) um belíssimo texto ( sim, eu sei qure está datado e que estou com a idade cada vez mais nostálgico) de Olavo d'Eça Leal publicado na Revista Panorama n.12 de 1942 ( 70 anos!).
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