Depois, caros colegas, se temos razão que a comunicação social não tem prestado a devida atenção à luta dos Professores, se acreditamos que o poder tem pesos pesados em ringue gigantesco a lutar com pesos plumas que somos nós e os nossos blogues a este nível mediático, imaginemos que um Jornalista mais afoito, "cusca" e "chiba", (adoro os termos da "chavalada") , resolve passar os olhos pelos blogues e começa a sacar , o que lhe interessa e se apercebe deste regabofes e isso sai para o exterior!? Queremos perder algum crédito que ainda vamos tendo na opinião pública? Queremos capitalizar e ter a razão e inteligência suficiente para argumentar, destruir pela lógica, pela alternativa, ou queremos ser conhecidos pelos "rascoprofs". Porque nem duvidem, se a opinião pública se virar contra nós, então nem sequer vamos perder a guerra, vamos ser açaimados e tudo!
Desculpem que vos diga, mas que há blogues, tão, tão democráticos, que aquilo descamba para a sanita e não há WC Pato, passe a publicidade que os limpe! Claro que um autor de um espaço destes pode acreditar no bom senso, na intelegência e cultura de quem escreve, só que há colegas que pura e simplesmente estão neuróticos, "doentes", histéricos e sem se aperceberem podem estar a dar tiros fora do alvo. Eu na tropa ( também há quem lhe chame serviço militar) quando um soldado disparava para lado ou para o ar, ou simplesmente apontava a arma à toa, ouvia o sermão terno " Quem não sabe não mexe", ou na versão antiga da canção " está "quietinho, ou levas no focinho".
SOU PROFESSOR, ou sou o quê ? Estão-se a cravar fracturas, abismos, ódios, que nenhuma "grande ou duas curtas" conseguirá apagar. E uma coisa é a linguagem humorada, pícara, de calão quando bem aplicada, a outra é o ronceirismo, a "badalhoquice" a indignidade, a descida ao nível do proxenetismo línguístico! Uma vergonha!
E como hoje estou para a "moral", aí vai: (depois digo de quem), porque esperemos que para 8 ou 15, não haja muito soldado maluco!
Wilhelm REICH
“Um exército de malucos em dois dias atacaria o general e em
três dias atacaria as próprias armas. Daí a inexistência de.
Controlar a energia não é fácil. Não se corta a energia como
se corta o pão, em fatias. Daí que caixas fechadas contendo
potências de movimentos, ou energia embrulhada em papel de
prata, como se fosse chocolate, não funcionem.
Porque a energia é menos aprisionável por ganchos de talho
que uma molécula de oxigénio, e esta é já dos animais mais fu-
gidios.
Se arrancares a cabeça de um corredor de 100 metros não
ficarás com a sua velocidade. Se duvidas, faz a experiência.”